A IGREJA NA AMAZÔNIA: CRIATIVIDADE, DINAMISMO E VITALIDADE

Cláudio Perani

Resumo


O Mutirão pela Amazônia pretende “sensibilizar todos os brasileiros para a questão da Amazônia [...]. Deseja que o Brasil todo volte seu olhar para a Amazônia e conheça suas riquezas e riscos diante da cobiça de muitos”. É sabido que o resto do Brasil e do mundo não tem um verdadeiro conhecimento da Amazônia. A região é vista como lugar de grandes riquezas, de tradição folclórica, de paisagens maravilhosas, mas a realidade mais importante – seus habitantes, com sua história, suas culturas e suas iniciativas – é esquecida. Penso que algo semelhante existe em relação à Igreja presente na Amazônia. Este trabalho enfocará a Igreja do ponto de vista mais positivo e otimista, salientando sua criatividade, seu dinamismo e sua vitalidade. Naturalmente, como todo organismo humano, ela tem seus limites e suas falhas. Isso não impede a existência de uma Igreja que cresceu muito e que apresenta novidades que podem inspirar outras Igrejas. Sendo impossível dar uma visão completa da situação atual da Igreja na Amazônia, neste espaço limitado, apresentaremos alguns tópicos que parecem mais significativos. Serão consideradas as novas estruturas eclesiais as comunidades, o papel dos leigos e das leigas, as pastorais sociais, o processo de enculturação e, por último, os dois documentos dos bispos locais que orientam a pastoral atual.

 


Palavras-chave


Amazônia. Igreja Católica. Missão.

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DOI: http://dx.doi.org/10.25247/2447-861X.2018.n244.p231-242

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